
Este blog está muito certinho para o meu gosto. Então resolvi barbarizar. Porque nas mesas de bar, nos cafés, em casa, no nosso grupinho, o assunto são mesmo os homens. E, claro, sexo. Então vamos falar de sexo, obviamente.
Desenvolvi uma teoria. Por mais que nós, balzaquianas, sejamos livres, independentes, bem resolvidas, maduras, lindas e etc, e, por isso mesmo, possamos ir para a cama com um carinha no primeiro encontro, às vezes temos que segurar a onda... Y otras cositas más...
Percebi o seguinte: o homem propõe de você ir para a cama com ele logo de cara, ou seja, ele, como macho, tem que cumprir esse papel e, se colar, colou. Quando nós resolvemos dar um sim com a maior simplicidade do mundo (afinal ambos somos adultos, maduros e saudáveis), o moço se desespera por dentro. Porque, agora, ele ficou com medo. Porque agora terá de corresponder às expectativas de uma mulher que sabe o que quer. Porque agora não pode falhar. Porque agora é que são elas!
E, muitas vezes, a coisa não vai mesmo... Claro, o cara está neurado! E a gente lá, só queria se divertir, desestressar, curtir... Gente, como homem complica as coisas! Aconteceu comigo e andei perguntando a outras balzaquianas por aí: quando a gente topa ir para a cama no ato, muitos falham, ou ficam meio assim, meio assado, sem muita força, se é que me entendem. E o pior é quando você tem certeza que o moço tem potencial! Se não fossem as neuras...
Conclusão: para nosso próprio bem e uma noite de sexo bom garantida, se a gente agüentar, o negócio é deixar pelo menos para o segundo encontro. Mas, se quiser arriscar, vai fundo, afinal, toda regra tem exceção (ainda bem!!!) e a noite pode ser mesmo maravilhosa!
Estou vivendo essa situação (da “neura” masculina) atualmente com um dos moços que freqüentam minha vida (mas, como diz Carrie, essa é estória pra outro post...). Fiquei quase um ano fechada pra balanço por causa de um mocorongo a quem me dediquei (essa também rende outro post...). Então, agora que estou curada, a fila está movimentada! E pode deixar, que vou compartilhando tudinho com vocês!
Desenvolvi uma teoria. Por mais que nós, balzaquianas, sejamos livres, independentes, bem resolvidas, maduras, lindas e etc, e, por isso mesmo, possamos ir para a cama com um carinha no primeiro encontro, às vezes temos que segurar a onda... Y otras cositas más...
Percebi o seguinte: o homem propõe de você ir para a cama com ele logo de cara, ou seja, ele, como macho, tem que cumprir esse papel e, se colar, colou. Quando nós resolvemos dar um sim com a maior simplicidade do mundo (afinal ambos somos adultos, maduros e saudáveis), o moço se desespera por dentro. Porque, agora, ele ficou com medo. Porque agora terá de corresponder às expectativas de uma mulher que sabe o que quer. Porque agora não pode falhar. Porque agora é que são elas!
E, muitas vezes, a coisa não vai mesmo... Claro, o cara está neurado! E a gente lá, só queria se divertir, desestressar, curtir... Gente, como homem complica as coisas! Aconteceu comigo e andei perguntando a outras balzaquianas por aí: quando a gente topa ir para a cama no ato, muitos falham, ou ficam meio assim, meio assado, sem muita força, se é que me entendem. E o pior é quando você tem certeza que o moço tem potencial! Se não fossem as neuras...
Conclusão: para nosso próprio bem e uma noite de sexo bom garantida, se a gente agüentar, o negócio é deixar pelo menos para o segundo encontro. Mas, se quiser arriscar, vai fundo, afinal, toda regra tem exceção (ainda bem!!!) e a noite pode ser mesmo maravilhosa!
Estou vivendo essa situação (da “neura” masculina) atualmente com um dos moços que freqüentam minha vida (mas, como diz Carrie, essa é estória pra outro post...). Fiquei quase um ano fechada pra balanço por causa de um mocorongo a quem me dediquei (essa também rende outro post...). Então, agora que estou curada, a fila está movimentada! E pode deixar, que vou compartilhando tudinho com vocês!
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